O Cara!
Bobagem. Coisa de quem não sabe o que diz.
Aliás, nem ele, Obama, é o cara.
O cara é Nelson Piquet (com menção honrosa para o cara que inventou o YouTube!).
Seriedade e sinceridade. Com Piquet não havia sorrisos amarelos, Colgate ou afins. Nada de sorriso de vendedor de shopping ou de balconista de Mc Donald´s.
Talvez o meu grande ídolo brasileiro, um verdadeiro herói da minha infância e adolescência. Quando a Seleção de 82 falhou na Copa da Espanha, o Piquet foi campeão de novo em 83 e lavou nossa alma.
Ele é dos poucos caras pra quem eu pediria um autógrafo!
Sinto falta de caras como ele na mídia. Gente que diz o que pensa, que não deixa nada nas entrelinhas, que não dá sorriso amarelo.
A sinceridade de Piquet – e seu despeito pela imprensa medíocre – sempre foi erroneamente interpretada como arrogância. Aliás, um erro comum numa sociedade que tanto valoriza o sorriso falso, amarelíssimo como o capacete de Senna.
E por falar em imprensa medíocre e Senna, saio do sério quando vejo o pouco caso com que os três campeonatos mundiais de F1 vencidos por Piquet são tratados em qualquer matéria sobre o esporte. É como se Senna fosse um legítimo tri-campeão e Piquet um campeão não tão “tri” como dizem os gaúchos.
Enfim, hoje me deparei com um belo vídeo mostrando grandes momentos de Piquet na F1 de áureos tempos.

Brabham BT-49. Com ele Piquet levou a melhor sobre Alan Jones (um pontinho apenas) e trouxe o caneco para o Brasil.

Excelente!
Nelson Piquet me faz lembrar do quanto era bom assistir às corridas de F1 com meu pai quando eu tinha 13 ou 14 anos de idade.
É uma injustiça darem o valor que dão até hoje ao Senna.
Piquet é nosso verdadeiro tri!