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	<title>Blog do PAVAN &#187; belô</title>
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	<description>Música, futebol e atualidades. Aqui o papo é sério!</description>
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		<title>Good Times</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 02:53:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Helio Pavan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
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		<description><![CDATA[Hoje recebi um e-mail surpreendente.
Eviado por Luciana Bragotto, amiga de décadas, estava recheado de fotos que eu jamais havia visto.
Todas de um tempo ótimo, do qual morro de saudades.

E eis que uma figura nova aparece no cenário oitentista. Aliás, esse cara da direita poderia estrelar facilmente uma daquelas inúmeras comédias americanas do tipo American Pie.
Trata-se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: left;">Hoje recebi um e-mail surpreendente.</div>
<p>Eviado por Luciana Bragotto, amiga de décadas, estava recheado de fotos que eu jamais havia visto.</p>
<p>Todas de um tempo ótimo, do qual morro de saudades.</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter">
<div id="attachment_216" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><img class="size-full wp-image-216" title="DSC06535 retouched" src="http://www.heliopavan.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/DSC06535-retouched.jpg" alt="Moe, Larry &amp; Curly" width="640" height="480" /></dt>
<blockquote><dd class="wp-caption-dd">L. to R.: Moe, Larry &amp; Curly</dd>
</blockquote>
</dl>
</div>
</div>
<p>Essa aí de cima, tirada no final dos anos oitenta mostra o grande (literalmente) Marcelo Zednik à minha esquerda.</p>
<p>Marcelão sempre foi calmo e costumava falar pausadamente, explicando as coisas nos mínimos detalhes. Gostava de usar palavreado rebuscado e tinha na ironia uma arma para arrancar sorrisos de todos. Pelo menos de todos que o entendiam.</p>
<p>Um belo dia, para enfatizar que alguém cometera um erro, inventou de falar como falam os padres (ou como falavam os padres daquela época), ou seja, de forma cantada e afetada.</p>
<p>Foi o que bastou para ser apelidado de bispo. E muitos o conhecem apenas por Marcelo Bispo, ou simplesmente Bispo.</p>
<p>Mas o Marcelão tinha uma porção de outros apelidos: Zedê, Zezinho, O Calmo, etc.</p>
<p>A mocinha à minha direita, trajando moderníssima calça jeans é a própria Luciana Bragotto. Se a foto fosse tirada uns anos antes a mecha no cabelo chamaria mais atenção do que a calça.</p>
<p>Conheci a Lu numa tarde ensolarada de 1982 (eu não vou falar quantos anos a gente tinha naquela época porque senão ela vai tomar satisfação comigo).</p>
<p>Mas foi na Fonte S. Paulo, na época em que eu batia um bolão no time mirim de voleibol do clube. Ela, mais chique, era sócia.</p>
<p>Se não me falha a memória, a foto acima foi tirada numa festa de aniversário da Lu, no salão de festas do condomínio onde ela morava.</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter">
<dl id="attachment_218" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-full wp-image-218" title="DSC06536 retouched" src="http://www.heliopavan.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/DSC06536-retouched.jpg" alt="Knights of the Square Table" width="640" height="480" /><p class="wp-caption-text">Knights of the Square Table</p></div>
<p>E eis que uma figura nova aparece no cenário oitentista. Aliás, esse cara da direita poderia estrelar facilmente uma daquelas inúmeras comédias americanas do tipo American Pie.</p>
<p>Trata-se de Daniel Gohn, outro que tem mais de um apelido.</p>
<p>Desses, um foi dado pelo pessoal de Campinas, que passou a chamá-lo de Belô, dada a sua estadia por uma temporada na capital mineira.</p>
<p>Aliás, foi lá que o Belô testemunhou a apresentação do KISS no estádio do Mineirão. Fato que ostenta orgulhosamente em sua biografia.</p>
<p>O outro não é bem um apelido, mas o nome artístico concebido pelo próprio Daniel.</p>
<p>Possuído pelo vírus do rock and roll, ele adotou o<em> stage name</em> de Denny <em>&#8220;The Dog&#8221;</em>  Mark.</p>
<p>Era assim que seria conhecido internacionalmente o Tommy Lee brasileiro.</p>
<p><em>TRIVIA: Recém alfabetizado, Belô assinou sua primeira carteira de identidade apenas como &#8220;Daniel G.&#8221;. Um prato cheio para que chatos como eu o chamassem de &#8220;Daniel G., drogado e prostituído&#8221;, parafraseando Cristiane F., o filme intelectual da moda naqueles anos oitenta.</em></p>
<div id="attachment_219" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><img class="size-full wp-image-219" title="DSC06541 retouched" src="http://www.heliopavan.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/DSC06541-retouched.jpg" alt="Angry Bee" width="480" height="640" /><p class="wp-caption-text">Angry Bee</p></div>
<p>Ah, essa guitarra fez história!</p>
<p>Trata-se de uma Kramer Striker 600ST. Não é a melhor guitarra do mundo, mas em 1987 era algo extremamente raro, principalmente num lugar provinciano como Campinas.</p>
<p>Tinha ótimo som para metal, mas os sngle-coils e as chaves seletoras davam bastante versatilidade a ela.</p>
<p>A alavanca Floyd Rose era mais um charme do que uma necesidade. E no fim das contas era uma dor de cabeça danada porque ninguém sabia regular aquilo direito.</p>
<p>O fato é que na época todo mundo queria tocar rápido. Rapidez era o parâmetro com o qual se media a qualidade de um guitarrista, e eu queria ser o Randy Rhoads.</p>
<p>Depois queria ser o Ritchie Blackmore.</p>
<p>Um pouco antes de comprar a guitarra eu queria ser o Eddie Van Halen e então me decidi pela Kramer.</p>
<p>Nos dias de hoje, não sei o que poderia ser comparado com o status de possuir uma guitarra dessas naqueles tempos. Talvez nada.</p>
<p>Ou então algo muito superior a um instrumento musical, como um carro esporte, por exemplo.</p>
<div id="attachment_220" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><img class="size-full wp-image-220" title="DSC06547 retouched" src="http://www.heliopavan.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/DSC06547-retouched.jpg" alt="F.U.C.K." width="480" height="640" /><p class="wp-caption-text">F.U.C.K.</p></div>
<p>Já essa aí em cima é um pouco mais recente. Tirada por Alexandre Garcia (ou Alex Video, Alexandre Kiss, etc) em junho de 91, no dia em que cheguei a NYC.</p>
<p>O Van Halen havia acabado de lançar o tal disco e as propagandas do tipo lambe-lambe estavam por toda a cidade.</p>
<p>Era só uma questão de tempo para que cartazes com o nome da minha banda estivessem emporcalhando NY.</p>
<p>O tempo, claro, se mostrou impiedoso com minhas aspirações de sucesso mundial.</p>
<p>Mas era ótimo sonhar. E sinto falta da ingenuidade, dos sonhos, das festas e das amizades de vinte anos atrás. Estas últimas, pelo menos, inalteradas ainda hoje!</p>
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