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	<title>Blog do PAVAN &#187; promotor</title>
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	<description>Música, futebol e atualidades. Aqui o papo é sério!</description>
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		<title>Violência/Organizadas</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 23:21:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Helio Pavan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atualidades]]></category>
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		<description><![CDATA[Íntegra do e-mail que enviei a VEJA SP, após a publicação de uma matéria sobre a violência de torcidas organizadas. Confira a reportagem aqui.
Por ser muito complexo, o assunto da reportagem Marginais da Arquibancada, não pode ser explorado a contento e a matéria acabou superficial e, em alguns pontos, confusa.
Sou autor do livro-reportagem Torcidas Organizadas – [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 12pt 0cm 0pt;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"><strong>Íntegra do e-mail que enviei a VEJA SP, após a publicação de uma matéria sobre a violência de torcidas organizadas. Confira a reportagem <a title="Marginais da Arquibancada" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/revista/vejasp/edicoes/2117/marginais-arquibancada-477059.html" target="_blank">aqui</a>.</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 12pt 0cm 0pt;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US">Por ser muito complexo, o assunto da reportagem Marginais da Arquibancada, não pode ser explorado a contento e a matéria acabou superficial e, em alguns pontos, confusa.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 12pt 0cm 0pt;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US">Sou autor do livro-reportagem <em style="mso-bidi-font-style: normal;">Torcidas Organizadas – reflexões sobre a violência no futebol</em> (PUC-Campinas – 2000, prefácio de Juca Kfouri) e me entristece saber que praticamente nada mudou na última década, no que diz respeito às torcidas organizadas, principalmente em São Paulo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 12pt 0cm 0pt;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US">Nos últimos tempos temos acompanhado atos de violência envolvendo torcedores de futebol, mas raramente nas <span style="text-decoration: underline;">arquibancadas</span> (a que se refere o título da materia). </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 12pt 0cm 0pt;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US">Esses confrontos ocorrem com frequência em lugares distantes dos estádios e costumam ser imprevisíveis, o que dificulta ações de policiamento preventivo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 12pt 0cm 0pt;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US">O deputado Fernando Capez continua com mesma ladainha de dez anos atrás e quer extinguir as torcidas organizadas, não conseguindo perceber que isso não é possível. É algo surreal, como proibir a prática de crimes, banir o MST, eliminar o PCC por decreto.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 12pt 0cm 0pt;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US">Uma das sugestões apresentadas pela revista para “enfrentar a selvageria” diz respeito a jogos com torcida única, mas na página anterior vemos que, das cinco fotos publicadas, apenas uma se refere a confronto entre torcedores adversários.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 12pt 0cm 0pt;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US">Portanto, é evidente que tal atitude não eliminará riscos de ocorrências violentas nos estádios.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 12pt 0cm 0pt;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US">E agora um promotor, Paulo Castilho, propõe uma nova lei, com o objetivo de “criminalizar atos de violência de torcedores”. Não seria o caso de perguntar se esses atos de violência já não são crimes?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 12pt 0cm 0pt;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US">Qual a diferença entre vândalos que frequentam estádios de futebol e vândalos que frequentam calouradas nas universidades brasileiras, onde alunos recém chegados são humilhados, apanham e até morrem?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 12pt 0cm 0pt;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US">E os bailes funk? E os rodeios, eventos onde imperam o consumo de álcool, as brigas e, mais recentemente, a violência extrema, com a morte de quatro jovens em Jaguariúna, há um mês? Sem contar a violência contra os animais, embora este seja outro assunto.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 12pt 0cm 0pt;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US">Na opinião dos gênios ouvidos por VEJA, se eu brigar num rodeio, numa calourada ou num bailão, eu respondo em liberdade, mas se brigar no estádio, ou em qualquer outro lugar, desde que vestindo uma camiseta de torcida organizada eu vou pra cadeia?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 12pt 0cm 0pt;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US">O coronel da reserva, Marcos Marinho, descobriu a América ao afirmar que “o criminoso se sente protegido em meio ao seu bando, pela sensação de anonimato”. Até a mãe do Lula, que nasceu analfabeta, sabe disso.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 12pt 0cm 0pt;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US">A reportagem também informa que uma das propostas para enquadrar os fora da lei diz respeito a “prender – e manter presos – os vândalos”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 12pt 0cm 0pt;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US">Mas desde quando vandalismo dá cadeia no Brasil?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 12pt 0cm 0pt;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US">Ao discorrer sobre o assunto, o jornalista explica que “a grande maioria dos torcedores envolvidos em brigas […] não fica presa”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 12pt 0cm 0pt;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US">Apesar de serem citadas fontes, acredito que tenha havido um engano, pois seria capaz de apostar grande soma em dinheiro e dizer que <em style="mso-bidi-font-style: normal;">ninguém</em> fica preso após se envolver em briga.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 12pt 0cm 0pt;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US">Autoridades falam em nova legislação e preveem cadeia para os “criminosos das arquibancadas”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 12pt 0cm 0pt;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US">Mas e o criminoso comum? Teria vantagens legais com relação a seus pares das organizadas? Quer dizer que se o sujeito brigar no campo de futebol, ele vai pra cadeia e o cara que briga no bar é liberado após ser ouvido na delegacia?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 12pt 0cm 0pt;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US">Deixe-me ver se entendi: o sujeito participa de uma confusão generalizada do lado de fora do estádio tem que ir para a cadeia. Já o indivíduo que comete um homicídio em um cenário diferente responde ao processo em liberdade. É assim que a coisa vai funcionar?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 12pt 0cm 0pt;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US">O promotor Thales Schedl matou um indivíduo a tiros numa madrugada. Foi inocentado por seus pares (se a moda pega, teremos o Metaleiro julgando o Dentinho após um incidente envolvendo torcedores do Timão. Não precisa nem esperar o resultado).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 12pt 0cm 0pt;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US">O promotor Marcos Juarez Grossi recentemente atropelou e matou uma família. Continua exercendo em toda plenitude o seu direito de ir e vir.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 12pt 0cm 0pt;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US">O promotor Igor Ferreira da Silva matou a mulher grávida de sete meses há anos. Continua por aí. Talvez até frequentando os estádios.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 12pt 0cm 0pt;"><span style="font-size: 12pt; color: black; line-height: 150%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Os pimenta-neves da vida continuam saindo pela porta da frente dos tribunais, mesmo após condenação, pois ainda cabe recurso.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 12pt 0cm 0pt;"><span style="font-size: 12pt; color: black; line-height: 150%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">E querem fazer novas leis para mandar brigões e vândalos para a cadeia? Façam-me o favor!</span><span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 12pt 0cm 0pt;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US">Quer dizer que se no ônibus da organizada a polícia localizar grande quantidade de paus, pedras, barras de ferro, socos ingleses e fogos de artifício, deverão ser abertas mais quarenta e tantas vagas no sistema penitenciário para abrigar esses “bandidos fantasiados de torcedores”?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 12pt 0cm 0pt;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US">Quanta ilusão!</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 12pt 0cm 0pt;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US">Na verdade, as soluções para o problema são tão complexas quanto as causas, demandando inter-disciplinaridade, grande dose de paciência, vontade política e altíssimo custo/investimento.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 12pt 0cm 0pt;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US">As chances de algo desse tipo ser colocado em prática são proximas de zero, e isso às vésperas da Copa 2014.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 12pt 0cm 0pt;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US">Abraços!</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"></p>
<div id="attachment_98" class="wp-caption aligncenter" style="width: 450px"><img class="size-full wp-image-98" title="torcedorzinho" src="http://www.heliopavan.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/06/torcedorzinho.jpg" alt="I'm a Hooligan! Won't go to school again, no!" width="440" height="321" /><p class="wp-caption-text">I&#39;m a Hooligan! Won&#39;t go to school again, no!</p></div>
<p></span></p>
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		<title>Leeeexo</title>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2009 04:17:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Helio Pavan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atualidades]]></category>
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		<category><![CDATA[embriaguez]]></category>
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		<description><![CDATA[Responda com sinceridade:
Você acha que o cidadão abaixo está preocupado?

Ora, é claro que não!
Trata-se do excelentíssimo senhor Fernando  Ribas Carli Filho, deputado estadual no Paraná.
O nobre deputado dirigia seu automóvel em alta velocidade e cometeu um crime de trânsito, matando duas pessoas.
Nem é preciso apurar detalhes do ocorrido para chegar a tal conclusão. O autor do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Responda com sinceridade:</p>
<p>Você acha que o cidadão abaixo está preocupado?</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-77" title="ACIDENTE/PR" src="http://www.heliopavan.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/05/parana1.jpg" alt="ACIDENTE/PR" width="292" height="280" /></p>
<p>Ora, é claro que não!</p>
<p>Trata-se do excelentíssimo senhor Fernando  Ribas Carli Filho, deputado estadual no Paraná.</p>
<p>O nobre deputado dirigia seu automóvel em alta velocidade e cometeu um crime de trânsito, matando duas pessoas.</p>
<p>Nem é preciso apurar detalhes do ocorrido para chegar a tal conclusão. O autor do delito tinha a CNH suspensa graças a inúmeras infrações de trânsito.</p>
<p>Mas é óbvio que ele jamais passará um dia na cadeia. É ÓBVIO!</p>
<p>Assim como o promotor de justiça Wagner Juarez Grossi que, na contramão, passou por cima de uma família.</p>
<p>Apesar do médico atestar que Grossi apresentava &#8220;embriaguez moderada&#8221; uma hora e meia após o crime.</p>
<p>E apesar de testemunhas (policiais, inclusive) afirmarem que o promotor estava visivelmente alcoolizado.</p>
<p>E apesar de testemunhas afirmarem que havia latas de cerveja em seu carro.</p>
<p>Mas é que esse povinho não enxerga direito, afinal de contas não eram latas de cerveja. &#8220;Eram iogurtes&#8221;, explicou seu advogado.</p>
<p>O resumo da ópera é que pai, mãe e filho morreram. Para Grossi a vida continua.</p>
<p>Da mesma forma que continua para  Thales Ferri Schoedl, aquele promotor que descarregou sua pistola em praça pública, atingindo dois jovens. Um foi para o cemitério e o outro &#8211; sortudo -  para o hospital.</p>
<p>Está para raiar o dia em que um policial vai disparar 12 tiros contra uma corja e obter sucesso em alegar legítima defesa, como fez  Thales.</p>
<p>E ainda está para raiar o dia em que uma pessoa normal conseguirá transformar cerveja em iogurte, como fez Grossi.</p>
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